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BOLAS DE BOLICHE VERSUS JOGADORES
No Brasil foi criado o hábito de se comprar sempre as bolas Top
de Linha. Um hábito até então muito benéfico para aqueles que
vendem. Contudo, nada bom para o jogador com média abaixo de
180/175.
As bolas de primeira linha, com suas "CORES" sofisticadíssimas,
com quatro ou cinco peças, de uretano reativo, e agora Pro Ativo, são
realmente a evolução tecnológica dos equipamentos de boliche.
Contudo, nas mãos de um jogador iniciante, ou mediano, nada ajuda,
apenas atrapalha o seu desenvolvimento e aperfeiçoamento.
O jogador com média abaixo de 180 pontos, deve perguntar-se, após
comprar uma bola de U$ 250,00 ou U$ 300,00 dólares, o quanto seu
jogo melhorou realmente com este equipamento, ou se seu jogo apenas
manteve-se onde sempre esteve.
Acreditamos que se chegassem ao Brasil equipamentos mais baratos,
como bolas aqui chamadas de segunda linha (?), poderíamos elevar o
número de praticantes de boliche em nosso país, e fazer com os
nossos jogadores medianos pudessem investir no seu desenvolvimento técnico.
É claro, que as casas de boliche deveriam ajudar também,
abaixando os seus preços de locação de pistas.
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