Livro sobre boliche destaca brasileiro entre os melhores do mundo

Iniciativa é de técnico e jogador dos Emirados Árabes e fala sobre a vida de mais de trinta dos melhores jogadores do mundo 

O livro “The untold secrets of bowling champions” (Os segredos não revelados de campeões de boliche) deve ser lançado em 2019 e reúne histórias de pelo menos dez técnicos e trinta jogadores de destaque de vários países.

Segundo Marcelo Suartz, o brasileiro cuja trajetória faz parte do livro, a ideia dos organizadores da publicação era encontrar algo em comum entre os atletas que exemplificasse como é o caminho para se tornar um campeão: “São ensinamentos. Fico muito honrado e feliz em ser convidado para fazer parte desse livro com os melhores atletas e técnicos de boliche do mundo, com foco na vida e na mente campeã. É um orgulho saber que o nosso Brasil vai fazer parte dessa obra-prima”.

Guy Igliori, presidente  da Confederação Brasileira de Boliche (CBBOL), destaca que a divulgação dessas referências do esporte fortalece a modalidade e estimular a prática:  “O esporte tem extrema importância na formação do indivíduo e conhecer a história de atletas bem-sucedidos aumenta o interesse de outras pessoas em aprender boliche e a vontade de alcançar e superar resultados, o que é muito válido para todo mundo”.

A obra reúne respostas dos atletas e dos treinadores a vinte questionamentos que vão de como surgiu o interesse no esporte, os desafios do início da carreira,  a relação com a família, as motivações para a prática, as grandes lições aprendidas, os gatilhos mentais e o que é primordial em uma atleta de alta performance. “No boliche, como em qualquer esporte profissional, precisamos desenvolver formas de gerenciar nossas metas e as dicas de outros atletas são importantes para traçarmos essas estratégias”, explica Suartz.

Medalhista de ouro nos Jogos Pan-americanos de 2015, no Canadá, Marcelo Suartz é um dos convocados do Brasil já confirmados para os Jogos deste ano, em julho, no Peru. Além de ter conquistado a 1ª medalha de ouro do país na história da modalidade no Pan, ele tem mais uma das três medalhas do país nos Jogos – em 2011, trouxe para o Brasil um bronze individual da competição no México.